Como informado hoje por Fau Barbosa em seu blog, a Secretaria de Obras e a Prefeitura criaram um canal para atendimento mais ágil e direto aos problemas de algumas regiões do município.
Abaixo segue o e-mail que enviei para a Secretaria relatando alguns problemas de uma região que não será atendida por esta inciativa. Gostaria de saber como ficam as regiões que estão fora deste programa.
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Bom dia,
Há pouco li no blog da Fau Barbosa sobre esta iniciativa da Secretaria de Obras para atender de forma mais ágil e direta as necessidades de parte do município.
Minha dúvida reside na parte que não é atendida por esta ação da Prefeitura. Como ficam as regiões não atendidas por esta iniciativa?
Como exemplo, gostaria de citar as obras do Assaí na Estrada do Embú e com reflexo também na Estrada do Capuava. A calçada em frente a obra nunca foi uma adequada, mas foi sumariamente destruida e agora as pessoas devem disputar espaço na rua com carros e lama.
A via de acesso à Estrada do Capuava também sofre com os buracos que nunca são devidamente reparados, e agora aumentaram em quantidade e gravidade com as obras do Assai. Iniciaram uma obra do outro lado da via sem qualquer identificação, assim como também não possui o Assai, e que parece não ter qualquer previsão de conclusão.
Principalmente na parte da manhã, a pista é reduzida a passagem de somente um veículo, pois os pedreiros tomam espaço de carros e pedestres sem qualquer sinalização ou critério. Já no cruzamento desta via com a Estrada do Capuava, há pedra e areia espalhados sobre a calçada e pista.
A Prefeitura e a Secretaria de Obras podem estar cientes de tudo o que mencionei antes, mas não me parece que alguma ação esteja em curso para resolver os problemas criados por estas obras particulares e Prefeitura. Lembrando que antes isso não era tão latente como agora.
Falando também de Estrada do Capuava, os postes foram tomados por placas de publicidade, e agora, como já não dispõem de espaço suficiente, a área que seria a calçada começa também a ser ocupada por placas. Nunca vi qualquer ação do poder público sobre isso.
Quase em frente a escola "Núcleo da Granja" iniciou-se a construção de uma casa às margens da Estrada, também sem qualquer identificação a que obriga a lei. Um pouco antes, há a comercialização de madeira das árvores retiradas da região. Também nunca vi nenhuma ação do poder público sobre isso.
Peço a gentileza da Secretaria de Obras / Prefeitura responder quais as ações em curso para estes e outros problemas que não são o foco da iniciativa descrita no blog da Fau Barbosa, ou até mesmo, o planejamento para atendê-las.
Att,
Ricardo Navarro
http://rnavarro.blogspot.com
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terça-feira, abril 15, 2008
sábado, abril 12, 2008
O último engarrafamento, por Veríssimo
O texto foi publicado em O Globo de quinta-feira (11/04) e, assim como fez Milton Jung, da rádio CBN, em seu blog, reproduzo aqui porque não há como acessar a página do jornal na internet se você não estiver cadastrado por lá:
Boa notícia é que nunca se viu tantos carros nas ruas. A má notícia é que nunca se viu tantos carros nas ruas. Carros sendo produzidos e comprados como nunca significam fábricas e fornecedores funcionando e empregando mais, mais gente com mais dinheiro ou crédito no mercado, uma classe média em expansão, uma economia em crescimento. Carros sendo produzidos e comprados como nunca significam engarrafamentos inéditos e acidentes de trânsito em níveis de massacre, sem falar no aumento da poluição do ar que respiramos e no agravamento generalizado das neuroses. É bom que muitas pessoas que não tinham condições de comprar seu carro agora tenham, é ruim que em todas as grandes cidades brasileiras hoje exista uma grande nostalgia pelas chamadas horas do rush, ou os horários de pique no trânsito, de antigamente, pois agora toda hora é hora do rush.
O que há é que, na surrada analogia de uma Bélgica dentro de uma Índia para descrever o Brasil, a Bélgica cresceu e os belgas e neobelgas têm mais carros, mas continuam obrigados a circular nas ruas e estradas da Índia. Quanto mais cresce a Bélgica, mais aparecem as precariedades da Índia. A publicidade dos carros sendo lançados prefere ignorar esta realidade e anunciar máquinas flamantes feitas para zunir por ruas e estradas de um país que não apenas não é a Índia como não é nenhuma Bélgica reconhecível, mas uma terra fantástica onde o trânsito sempre flui e os carros voam. Uma ironia que se repete diariamente: o cara chega em casa depois de algumas horas preso num engarrafamento de qualquer grande cidade brasileira, liga a televisão e, entre notícias de terríveis acidentes com morte em estradas inadequadas por excesso de velocidade, só vê propagandas de carros vendendo a grande aventura da velocidade. E da potência sem impedimentos, muito menos de carros na frente e dos lados.
Como fica cada vez mais improvável que conheceremos essa terra de sonho, resta esperar que a indústria automobilística se prepare para o engarrafamento final que vem aí, quando o trânsito se tornará, literalmente, impossível. Esqueçam velocidade e potência. Interiores com beliches, quitinete e mesas para carteado, para passar o tempo. Rojões de sinalização, para pedir o resgate por helicóptero. Sei lá.
Boa notícia é que nunca se viu tantos carros nas ruas. A má notícia é que nunca se viu tantos carros nas ruas. Carros sendo produzidos e comprados como nunca significam fábricas e fornecedores funcionando e empregando mais, mais gente com mais dinheiro ou crédito no mercado, uma classe média em expansão, uma economia em crescimento. Carros sendo produzidos e comprados como nunca significam engarrafamentos inéditos e acidentes de trânsito em níveis de massacre, sem falar no aumento da poluição do ar que respiramos e no agravamento generalizado das neuroses. É bom que muitas pessoas que não tinham condições de comprar seu carro agora tenham, é ruim que em todas as grandes cidades brasileiras hoje exista uma grande nostalgia pelas chamadas horas do rush, ou os horários de pique no trânsito, de antigamente, pois agora toda hora é hora do rush.
O que há é que, na surrada analogia de uma Bélgica dentro de uma Índia para descrever o Brasil, a Bélgica cresceu e os belgas e neobelgas têm mais carros, mas continuam obrigados a circular nas ruas e estradas da Índia. Quanto mais cresce a Bélgica, mais aparecem as precariedades da Índia. A publicidade dos carros sendo lançados prefere ignorar esta realidade e anunciar máquinas flamantes feitas para zunir por ruas e estradas de um país que não apenas não é a Índia como não é nenhuma Bélgica reconhecível, mas uma terra fantástica onde o trânsito sempre flui e os carros voam. Uma ironia que se repete diariamente: o cara chega em casa depois de algumas horas preso num engarrafamento de qualquer grande cidade brasileira, liga a televisão e, entre notícias de terríveis acidentes com morte em estradas inadequadas por excesso de velocidade, só vê propagandas de carros vendendo a grande aventura da velocidade. E da potência sem impedimentos, muito menos de carros na frente e dos lados.
Como fica cada vez mais improvável que conheceremos essa terra de sonho, resta esperar que a indústria automobilística se prepare para o engarrafamento final que vem aí, quando o trânsito se tornará, literalmente, impossível. Esqueçam velocidade e potência. Interiores com beliches, quitinete e mesas para carteado, para passar o tempo. Rojões de sinalização, para pedir o resgate por helicóptero. Sei lá.
quarta-feira, abril 09, 2008
Por que a Granja Viana
Depois de ler algumas reportagens na Folha de S.Paulo e alguns posts que recebo de diversas fontes de notícia estive fazendo um paralelo com a Granja Viana durante a manhã.
Quando você fala para alguém que mora na Granja Viana, quando seus amigos ou parentes o visitam no final de semana todos fazem questão de cumprimentá-lo por morar num lugar tão cheio de atrativos como este, verde, ar puro, e ainda sim, com os privilégios da vida moderna. Então por que é que reclamamos tanto daqui?
Tenho uma opinião e não sei se a maioria dos leitores e moradores da região pensará da mesma maneira. Escrevo, reclamo, brigo, fico nervoso e vou atrás porque não quero perder a realização do sonho de morar aqui. Sim, pode ser trivial para alguns, mas para mim foi a realização de um sonho morar com minha família numa casa e num lugar tão bonito como a Granja Viana.
Aqui ainda não chegou a tv digital, internet banda larga é rara e limitada (velocidade), saneamento não é o que chamamos de básico (pois não tem esgoto encanado), a energia elétrica sofre quedas constantes, a manutenção da iluminação pública sofre um certo descaso pela Eletropaulo, transporte público é muito limitado, a principal via de acesso é a Raposo TRAVAres (termo originalmente criado por Fau Barbosa) com 45 minutos para percorrer somente 15km e a administração pública é omissa e ausente.
E por que eu ainda quis vir pra cá? Claro essa é a primeira pergunta que eu faria. A resposta é fácil... Aqui ainda não é como São Paulo, mas também não é o interior do Piauí. Temos bons restaurantes, lojas variadas, lugares para passear e praticar esportes, uma vegetação exuberante, tucanos, corujas e bons vizinhos. Sim, um "q" de interior ainda habita por essas bandas.
É isso que não quero perder. Quero a Granja Viana viva, quero a Granja Viana verde, quero progresso sim, mas não confundo com devastação das áreas verdes e ocupação desordenada.
Sei que é possível e você também. Se todo mundo quiser o mesmo e arregaçar as mangas tudo isso e muito mais é possível.
Quando você fala para alguém que mora na Granja Viana, quando seus amigos ou parentes o visitam no final de semana todos fazem questão de cumprimentá-lo por morar num lugar tão cheio de atrativos como este, verde, ar puro, e ainda sim, com os privilégios da vida moderna. Então por que é que reclamamos tanto daqui?
Tenho uma opinião e não sei se a maioria dos leitores e moradores da região pensará da mesma maneira. Escrevo, reclamo, brigo, fico nervoso e vou atrás porque não quero perder a realização do sonho de morar aqui. Sim, pode ser trivial para alguns, mas para mim foi a realização de um sonho morar com minha família numa casa e num lugar tão bonito como a Granja Viana.
Aqui ainda não chegou a tv digital, internet banda larga é rara e limitada (velocidade), saneamento não é o que chamamos de básico (pois não tem esgoto encanado), a energia elétrica sofre quedas constantes, a manutenção da iluminação pública sofre um certo descaso pela Eletropaulo, transporte público é muito limitado, a principal via de acesso é a Raposo TRAVAres (termo originalmente criado por Fau Barbosa) com 45 minutos para percorrer somente 15km e a administração pública é omissa e ausente.
E por que eu ainda quis vir pra cá? Claro essa é a primeira pergunta que eu faria. A resposta é fácil... Aqui ainda não é como São Paulo, mas também não é o interior do Piauí. Temos bons restaurantes, lojas variadas, lugares para passear e praticar esportes, uma vegetação exuberante, tucanos, corujas e bons vizinhos. Sim, um "q" de interior ainda habita por essas bandas.
É isso que não quero perder. Quero a Granja Viana viva, quero a Granja Viana verde, quero progresso sim, mas não confundo com devastação das áreas verdes e ocupação desordenada.
Sei que é possível e você também. Se todo mundo quiser o mesmo e arregaçar as mangas tudo isso e muito mais é possível.
segunda-feira, abril 07, 2008
Estacionamento irregular em vagas restritas

O Wal-Mart está muito preocupado e atento a questão dos portadores de deficiência, idosos e gestantes, mas as pessoas que vemos na foto não parecem muito preocupadas com os que realmente precisam destas vagas.Estacionaram na vaga reservada e exclusiva para deficientes, imagino eu, por comodidade, por estar bem pertinho da porta.
O estacionamento dispunha naquele momento de mais de 3 dezenas de vagas livres. Não dá para exigir respeito se este não é praticado.
Com toda a sinalização que tem o local (solo e superior), não dá pra dizer que não viu. Além disso, também não dá pra dizer que foi rapidinho, pois, decorridos 30 minutos o carro ainda estava no mesmo lugar.
quarta-feira, abril 02, 2008
Lei de uso e ocupação do solo de Cotia
Texto sendo apreciado na Câmara dos Vereadores e que pode ser influenciado também por sua participação.
Clique aqui para fazer o download da lei de zoneamento.
Clique aqui para fazer o download da lei de zoneamento.
terça-feira, abril 01, 2008
Massacre da Serra Elétrica (Edição Granja Viana)
Nos últimos dias ouvi com frequência um ruído que incomodava um pouco, mas não dei muita importância pois pensei se tratar de algum vizinho cuidando do gramado. O estranho é que este ruído se prolongou por alguns dias até este sábado quando realmente notei o que havia ocorrido.
Grande parte das árvores do espaço onde será erguido o Palm Hills foram derrubadas pelo incansável trabalho da serra elétrica.
Como muitas árvores foram derrubadas e toda a vegetação nativa está sendo mexida, animais e insetos estão buscando um lugar para se abrigarem e chegam às nossas casas. Os pais e crianças foram orientados a não ficarem sozinhos perto do bosque que rodeia nossa área de lazer comum do condomínio. Cobras e outros animais já foram encontrados dentro de residências.
As fotos acima mostram como era a vista que eu tinha do Palm Hills no começo de fevereiro e como está hoje. Notem também em outra foto, a propaganda estampada junto a porta de entrada do novo condomínio, uma contradição curiosa e de complexa compreensão: 4.000 árvores a mais que no passado.
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segunda-feira, março 17, 2008
A calçada não é para pedestres
Pelo menos não é isso que se vê no último mês na Estrada do Embu, onde estão construindo o Assai. Máquinas, caminhões e terra tomaram conta do que seria o espaço reservado aos pedestres.
Outra obra que está em curso no local, segundo a placa da prefeitura de Cotia, descreve a "Reconfiguração Geométrica de Estrada do Embú e Estrada do Capuava". Entretanto, além de não haver data de conclusão, parece também não contemplar a necessidade dos munícipes que passam diariamente por este local.
Comente através da caixa postal: ricnavarro@gmail.com
sexta-feira, março 14, 2008
Operação Cidade Limpa
A limpeza visual de Cotia também poderia acontecer nos moldes do ocorreu com a cidade de São Paulo. Como exemplo da falta de respeito que assola nossa comunidade apresento a ocupação de praticamente todos os postes da Estrada do Capuava por diversos anúncios de produtos ou serviços.
Postes que são tomados por não uma ou duas placas, mas diversas placas, e agora por falta de espaço, até o solo ao redor dos postes e a margem da estrada, também começa a receber as placas de empreendimentos imobiliários, ônibus escolar, etc.
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domingo, março 09, 2008
Agora voto em CotiaEstive na semana passada no Pró-Cotia e em menos de 10 minutos transferi meu local de votação para Cotia e já sai com meu novo título eleitoral em mãos.
Agora posso, através da força de meu voto, ajudar a escolher o próximo vereador e prefeito de minha região e cobrar muito por suas promessas de campanha.
Para facilitar quem estiver interessado em também transferir seu título de São Paulo para Cotia, segue uma tabela com as seções eleitorais e seus endereços.
Comente através da caixa postal: ricnavarro@gmail.com
quinta-feira, março 06, 2008
"Raposo Travares" comentário para o post no Blog da Fau BarbosaOlá Fau e demais leitores do blog,
Também venho sofrendo fortemente com o trânsito, pois trabalho na Brigadeiro Luis Antonio e gasto nada menos que 2h todos os dias para chegar ao trabalho.
Hoje saí de casa às 6h45 e já peguei o trânsito praticamente parado na porta de casa no km 26. Gastei 1h10 para percorrer 13km e cheguei ao meu destino na Liberdade às 8h45 (15 min. atrasado). E pensei que chegaria 30 min. adiantado...
Apesar do aumento da frota de veículos na região, dos novos condomínios que surgem a todo mês, as dezenas de entradas e saídas da Rodovia que a transformam numa avenida, ausência de orientação, controle e fiscalização da Polícia Rodoviária, entendo que tudo isso é feito por pessoas. Essas pessoas são os moradores da Granja e região.
Granjeiros que acham que seu compromisso é mais importante que a de dezenas de carros que os cercam na Rodovia, mais importante que todos que estão em suas casas e querem entrar ou sair, de todos que estão esperando seu ônibus debaixo de um sol escaldante e de pé, mais importante que a ambulância que tenta seguir com urgência quando o motorista só quer usar o acostamento, as pistas de acesso do Wal-Mart ou Rodoanel só para chegar alguns metros antes do motorista e morador que busca respeitar o próximo e seguir as leis, embora sempre pensando que faz papel de palhaço.
Os motoristas que tem o ego maior ainda que a falta de respeito parecem não entender que o trânsito surge caótica desta forma, pois alguém acordou um pouco mais cedo que ele e agiu da mesma forma que ele pensa fazer agora. Fazendo assim o círculo vicioso de desrespeito se perpétua.
Faço tudo o que está ao meu alcance para quebrar este círculo, busco horários e caminhos alternativos, tento sair junto com minha esposa para só usar um carro, ligo praticamente todos os dias para a Rádio SulAmérica Trânsito para relatar a situação da Rodovia.
Tenho consciência que nesta situação não posso generalizar, mas por alguns maus motoristas e moradores é que a maioria dos bons é prejudicada.
P.S. Haviam dois acidentes na Raposo durante meu trajeto. Ambos com motos.
Também venho sofrendo fortemente com o trânsito, pois trabalho na Brigadeiro Luis Antonio e gasto nada menos que 2h todos os dias para chegar ao trabalho.
Hoje saí de casa às 6h45 e já peguei o trânsito praticamente parado na porta de casa no km 26. Gastei 1h10 para percorrer 13km e cheguei ao meu destino na Liberdade às 8h45 (15 min. atrasado). E pensei que chegaria 30 min. adiantado...
Apesar do aumento da frota de veículos na região, dos novos condomínios que surgem a todo mês, as dezenas de entradas e saídas da Rodovia que a transformam numa avenida, ausência de orientação, controle e fiscalização da Polícia Rodoviária, entendo que tudo isso é feito por pessoas. Essas pessoas são os moradores da Granja e região.
Granjeiros que acham que seu compromisso é mais importante que a de dezenas de carros que os cercam na Rodovia, mais importante que todos que estão em suas casas e querem entrar ou sair, de todos que estão esperando seu ônibus debaixo de um sol escaldante e de pé, mais importante que a ambulância que tenta seguir com urgência quando o motorista só quer usar o acostamento, as pistas de acesso do Wal-Mart ou Rodoanel só para chegar alguns metros antes do motorista e morador que busca respeitar o próximo e seguir as leis, embora sempre pensando que faz papel de palhaço.
Os motoristas que tem o ego maior ainda que a falta de respeito parecem não entender que o trânsito surge caótica desta forma, pois alguém acordou um pouco mais cedo que ele e agiu da mesma forma que ele pensa fazer agora. Fazendo assim o círculo vicioso de desrespeito se perpétua.
Faço tudo o que está ao meu alcance para quebrar este círculo, busco horários e caminhos alternativos, tento sair junto com minha esposa para só usar um carro, ligo praticamente todos os dias para a Rádio SulAmérica Trânsito para relatar a situação da Rodovia.
Tenho consciência que nesta situação não posso generalizar, mas por alguns maus motoristas e moradores é que a maioria dos bons é prejudicada.
P.S. Haviam dois acidentes na Raposo durante meu trajeto. Ambos com motos.
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terça-feira, março 04, 2008
Desordem em nome do Progresso
Um novo empreendimento está sendo construído entre a Estrada do Embú e Capuava, trata-se do Assai. Mesmo antes das obras, já haviam problemas para os motoristas e pedestres.
Mas estes vêm se agravando e crescendo em sua quantidade, pois já não há mais calçada ficando em seu lugar um monte de terra vermelha que sabe quando será transformada numa calçada. Parte da rua que dá acesso a estrada do Capuava sofre com a erosão e buracos e está protegido somente por um pedaço de plástico preto. O outro acesso limitado por tubo de concreto está praticamente intransitável pelo enormes buracos no asfalto.
Atrás da Padaria Século 21 o terreno está sendo sumariamente escavado e creio que também sofrerá com a erosão, resultando em mais problemas para a população.
Enfim, não parece haver de fato alguém interessado em resolver o problema. Na verdade, com esta obra, mais problemas surgiram e os que existam não foram solucionados.
Essa é a desordem que promovem em nome do progresso. Pelo menos é assim que vendem.
Comente através da caixa postal: ricnavarro@gmail.com
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Lixo: mesmo na calçada, ainda é sua responsabilidadeHá algum tempo tenho notado que sempre há sacos e mais sacos de lixo num grande cesto que fica fora da empresa BSI Tecnologia, na Estrada do Capuava.
A coleta, se não me engano, é feita somente 3 vezes por semana, mas todos os dias e praticamente em qualquer período que eu passe por lá verei lixo no cesto.
O pior é que sempre há também muito lixo espalhado pelo chão e todos sabem que isso é um chamariz e tanto para ratos, insetos, cachorros, etc. Já tentei contato e enviei fotos à empresa solicitando providências, pois isto ocorre em sua porta. Até agora não obtive qualquer retorno.
Continuarei tentando buscar pela consciência e cidadania dos dirigentes da BSI Tecnologia.
[]'s e até o próximo post.
Navarro
Comente através da caixa postal: ricnavarro@gmail.com
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Olá pessoal,
Voltarei a publicar minhas opiniões sobre o que observo durante meu trajeto ao trabalho, no meu bairro, cidade, e claro, a interação das pessoas com a cidade. Bem como, minhas sugestões para a região da Granja Vianna e por onde mais eu passar.
Desta vez o conteúdo será mais rico, pois incluirei fotos, mensagens rápidas do Twitter, posts direto da rua através do smartphone e tudo que estiver ao meu alcance para tornar este blog mais atrativo, dinâmico e crítico.
Espero mesmo que você goste e participe com suas dúvidas, críticas e sugestões. Não há censura, só respeito.
Comente através da caixa postal: ricnavarro@gmail.com
"Não há ninguém mais forte que nós todos juntos"
Voltarei a publicar minhas opiniões sobre o que observo durante meu trajeto ao trabalho, no meu bairro, cidade, e claro, a interação das pessoas com a cidade. Bem como, minhas sugestões para a região da Granja Vianna e por onde mais eu passar.
Desta vez o conteúdo será mais rico, pois incluirei fotos, mensagens rápidas do Twitter, posts direto da rua através do smartphone e tudo que estiver ao meu alcance para tornar este blog mais atrativo, dinâmico e crítico.
Espero mesmo que você goste e participe com suas dúvidas, críticas e sugestões. Não há censura, só respeito.
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"Não há ninguém mais forte que nós todos juntos"
quarta-feira, fevereiro 04, 2004
Conheça a moradora que cobrou de Marta providências para área alagada
Simone cobrou de Marta providências para área alagada
18:07 04/02
Angélica Pinheiro, repórter iG em São Paulo angelicacristiani@ig.com
SÃO PAULO - Há cinco verões, a dentista Simone Vassalo Côrrea, 26 anos, vive o drama de muitos moradores de São Paulo que estão à beira dos vários córregos da cidade: medo da enchente. Ontem, ela ficou famosa por cobrar, ao vivo em uma transmissão feita pela TV, da prefeita Marta Suplicy o que ela considera um "desleixo" da Prefeitura com a população mais carente.
Simone, que na última segunda feira, viu a água subir quase um metro em seu consultório - localizado no bairro Jussara, próximo ao córrego Pirajussara (zona oeste) - disse que quando soube que a prefeita estava nas proximidades resolveu ir até o local para ouvir o que ela tinha a dizer sobre as obras na região. "Eu fui ouvir porque pensei que o povo fosse perguntar e ela fosse responder. Só que ninguém perguntava nada, só uma moradora fazia elogios. Então, comecei a fazer perguntas, só que ela se virava de costas", afirmou.
Hoje, em seu consultório que ainda tem marcas da lama provocada pela enchente, Simone declarou que ficou revoltada com a postura da prefeita. "Por que ela não veio no dia da enchente?", indagou. "Ela foi a uma rua onde havia eleitores do PT. Ela quer se reeleger, deveria ter ido em ruas onde a enchente foi pior", afirmou.
Angélica Pinheiro
Na parte ampliada, o valor do IPTU
A dentista não concordou com as afirmações feitas pela dona-de-casa Elizabete Medonça Rodrigues, que elogiou as ações da atual administração, afirmando que neste ano a água só subiu 60 cm, ao contrário de outros verões quando a enchente chegou a atingir 1,7m.
Simone afirma que teve um prejuízo de cerca de R$ 20 mil e que viu muitos moradores perderem toda sua mobília. "Tive a ajuda de cinco pessoas e em cinco dias não consegui limpar tudo. No dia da enchente, vi sofá, mesas e cadeiras espalhados pela rua e muita gente chorando", disse.
Durante a discussão, Simone disse que pagava R$ 5000 de IPTU e que a única ação de Marta era "plantar coqueiros nos Jardins". Nesta quarta-feira, a dentista fez questão de mostrar o imposto e disse que tem muitas dificuldades assim como os moradores do bairro. "Quando eu falei do coqueiro, ela ficou brava. Inclusive saiu no jornal ela com o dedo apontando para a minha cara. Acho um absurdo ninguém falar nada e ela não responder quando perguntada", disse.
Angélica Pinheiro
O córrego Pirajussara, que transbordou segunda
Apesar do perigo das enchentes, Simone diz que não pretende sair da região. Ela explica que mora no bairro há 20 anos e já formou sua clientela entre os moradores do bairro. "Se não tivesse clientes e sofresse com as enchentes, teria ido embora há muito tempo", declarou.
A dentista, que não quis declarar o seu voto, mas afirma que não é filiada a nenhum partido político, disse que tem esperanças de que as obras na região acabem com as enchentes. "Sei que a culpa não é só da Marta, quem vem de administrações anteriores. Mas espero que pare o 'empurra-empurra' e resolvam de vez o problema", afirmou.
Comente através da caixa postal: ricnavarro@hotmail.com
Simone cobrou de Marta providências para área alagada
18:07 04/02
Angélica Pinheiro, repórter iG em São Paulo angelicacristiani@ig.com
SÃO PAULO - Há cinco verões, a dentista Simone Vassalo Côrrea, 26 anos, vive o drama de muitos moradores de São Paulo que estão à beira dos vários córregos da cidade: medo da enchente. Ontem, ela ficou famosa por cobrar, ao vivo em uma transmissão feita pela TV, da prefeita Marta Suplicy o que ela considera um "desleixo" da Prefeitura com a população mais carente.
Simone, que na última segunda feira, viu a água subir quase um metro em seu consultório - localizado no bairro Jussara, próximo ao córrego Pirajussara (zona oeste) - disse que quando soube que a prefeita estava nas proximidades resolveu ir até o local para ouvir o que ela tinha a dizer sobre as obras na região. "Eu fui ouvir porque pensei que o povo fosse perguntar e ela fosse responder. Só que ninguém perguntava nada, só uma moradora fazia elogios. Então, comecei a fazer perguntas, só que ela se virava de costas", afirmou.
Hoje, em seu consultório que ainda tem marcas da lama provocada pela enchente, Simone declarou que ficou revoltada com a postura da prefeita. "Por que ela não veio no dia da enchente?", indagou. "Ela foi a uma rua onde havia eleitores do PT. Ela quer se reeleger, deveria ter ido em ruas onde a enchente foi pior", afirmou.
Angélica Pinheiro
Na parte ampliada, o valor do IPTU
A dentista não concordou com as afirmações feitas pela dona-de-casa Elizabete Medonça Rodrigues, que elogiou as ações da atual administração, afirmando que neste ano a água só subiu 60 cm, ao contrário de outros verões quando a enchente chegou a atingir 1,7m.
Simone afirma que teve um prejuízo de cerca de R$ 20 mil e que viu muitos moradores perderem toda sua mobília. "Tive a ajuda de cinco pessoas e em cinco dias não consegui limpar tudo. No dia da enchente, vi sofá, mesas e cadeiras espalhados pela rua e muita gente chorando", disse.
Durante a discussão, Simone disse que pagava R$ 5000 de IPTU e que a única ação de Marta era "plantar coqueiros nos Jardins". Nesta quarta-feira, a dentista fez questão de mostrar o imposto e disse que tem muitas dificuldades assim como os moradores do bairro. "Quando eu falei do coqueiro, ela ficou brava. Inclusive saiu no jornal ela com o dedo apontando para a minha cara. Acho um absurdo ninguém falar nada e ela não responder quando perguntada", disse.
Angélica Pinheiro
O córrego Pirajussara, que transbordou segunda
Apesar do perigo das enchentes, Simone diz que não pretende sair da região. Ela explica que mora no bairro há 20 anos e já formou sua clientela entre os moradores do bairro. "Se não tivesse clientes e sofresse com as enchentes, teria ido embora há muito tempo", declarou.
A dentista, que não quis declarar o seu voto, mas afirma que não é filiada a nenhum partido político, disse que tem esperanças de que as obras na região acabem com as enchentes. "Sei que a culpa não é só da Marta, quem vem de administrações anteriores. Mas espero que pare o 'empurra-empurra' e resolvam de vez o problema", afirmou.
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quinta-feira, janeiro 22, 2004
Busco mostrar o que vejo de correto sendo feito pela cidade, e principalmente, o relacionamento dos habitantes entre si e com o meio em que vivem.
Notamos que é quase um hábito ou costume buscar um culpado para as imperfeições na realização de algo ou incompetência de nosso poder público, quando na verdade a maioria de nós não faz o que poderia para melhor a situação pessoal e coletiva.
Pense no que reclamamos de outras pessoas ou orgãos públicos e o que fazemos ou poderiamos ter feito para que não fosse desta maneira. Com certeza encontraremos pequenas ações que podem gerar grandes resultados, principalmente quando multiplicamos pelos indíviduos que estão no mesmo congestionamento, na mesma sala de reunião, no mesmo condomínio...
Notamos que é quase um hábito ou costume buscar um culpado para as imperfeições na realização de algo ou incompetência de nosso poder público, quando na verdade a maioria de nós não faz o que poderia para melhor a situação pessoal e coletiva.
Pense no que reclamamos de outras pessoas ou orgãos públicos e o que fazemos ou poderiamos ter feito para que não fosse desta maneira. Com certeza encontraremos pequenas ações que podem gerar grandes resultados, principalmente quando multiplicamos pelos indíviduos que estão no mesmo congestionamento, na mesma sala de reunião, no mesmo condomínio...
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