segunda-feira, março 17, 2008

A calçada não é para pedestres


Pelo menos não é isso que se vê no último mês na Estrada do Embu, onde estão construindo o Assai. Máquinas, caminhões e terra tomaram conta do que seria o espaço reservado aos pedestres.


Outra obra que está em curso no local, segundo a placa da prefeitura de Cotia, descreve a "Reconfiguração Geométrica de Estrada do Embú e Estrada do Capuava". Entretanto, além de não haver data de conclusão, parece também não contemplar a necessidade dos munícipes que passam diariamente por este local.

Outras problemas estão aparecendo, mas sobre isso falarei um pouco mais no próximo post. Até lá!

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sexta-feira, março 14, 2008




Operação Cidade Limpa



A limpeza visual de Cotia também poderia acontecer nos moldes do ocorreu com a cidade de São Paulo. Como exemplo da falta de respeito que assola nossa comunidade apresento a ocupação de praticamente todos os postes da Estrada do Capuava por diversos anúncios de produtos ou serviços.






Postes que são tomados por não uma ou duas placas, mas diversas placas, e agora por falta de espaço, até o solo ao redor dos postes e a margem da estrada, também começa a receber as placas de empreendimentos imobiliários, ônibus escolar, etc.

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domingo, março 09, 2008

Agora voto em Cotia


Estive na semana passada no Pró-Cotia e em menos de 10 minutos transferi meu local de votação para Cotia e já sai com meu novo título eleitoral em mãos.
Agora posso, através da força de meu voto, ajudar a escolher o próximo vereador e prefeito de minha região e cobrar muito por suas promessas de campanha.
Para facilitar quem estiver interessado em também transferir seu título de São Paulo para Cotia, segue uma tabela com as seções eleitorais e seus endereços.

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quinta-feira, março 06, 2008

"Raposo Travares" comentário para o post no Blog da Fau Barbosa

Olá Fau e demais leitores do blog,

Também venho sofrendo fortemente com o trânsito, pois trabalho na Brigadeiro Luis Antonio e gasto nada menos que 2h todos os dias para chegar ao trabalho.

Hoje saí de casa às 6h45 e já peguei o trânsito praticamente parado na porta de casa no km 26. Gastei 1h10 para percorrer 13km e cheguei ao meu destino na Liberdade às 8h45 (15 min. atrasado). E pensei que chegaria 30 min. adiantado...

Apesar do aumento da frota de veículos na região, dos novos condomínios que surgem a todo mês, as dezenas de entradas e saídas da Rodovia que a transformam numa avenida, ausência de orientação, controle e fiscalização da Polícia Rodoviária, entendo que tudo isso é feito por pessoas. Essas pessoas são os moradores da Granja e região.

Granjeiros que acham que seu compromisso é mais importante que a de dezenas de carros que os cercam na Rodovia, mais importante que todos que estão em suas casas e querem entrar ou sair, de todos que estão esperando seu ônibus debaixo de um sol escaldante e de pé, mais importante que a ambulância que tenta seguir com urgência quando o motorista só quer usar o acostamento, as pistas de acesso do Wal-Mart ou Rodoanel só para chegar alguns metros antes do motorista e morador que busca respeitar o próximo e seguir as leis, embora sempre pensando que faz papel de palhaço.

Os motoristas que tem o ego maior ainda que a falta de respeito parecem não entender que o trânsito surge caótica desta forma, pois alguém acordou um pouco mais cedo que ele e agiu da mesma forma que ele pensa fazer agora. Fazendo assim o círculo vicioso de desrespeito se perpétua.

Faço tudo o que está ao meu alcance para quebrar este círculo, busco horários e caminhos alternativos, tento sair junto com minha esposa para só usar um carro, ligo praticamente todos os dias para a Rádio SulAmérica Trânsito para relatar a situação da Rodovia.

Tenho consciência que nesta situação não posso generalizar, mas por alguns maus motoristas e moradores é que a maioria dos bons é prejudicada.

P.S. Haviam dois acidentes na Raposo durante meu trajeto. Ambos com motos.



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terça-feira, março 04, 2008


Desordem em nome do Progresso

Um novo empreendimento está sendo construído entre a Estrada do Embú e Capuava, trata-se do Assai. Mesmo antes das obras, já haviam problemas para os motoristas e pedestres.

Mas estes vêm se agravando e crescendo em sua quantidade, pois já não há mais calçada ficando em seu lugar um monte de terra vermelha que sabe quando será transformada numa calçada. Parte da rua que dá acesso a estrada do Capuava sofre com a erosão e buracos e está protegido somente por um pedaço de plástico preto. O outro acesso limitado por tubo de concreto está praticamente intransitável pelo enormes buracos no asfalto.

Atrás da Padaria Século 21 o terreno está sendo sumariamente escavado e creio que também sofrerá com a erosão, resultando em mais problemas para a população.

Durante as chuvas, toda a terra da obra e demais materiais depositados na calçada pela Prefeitura de Cotia para reformulação deste trecho são levados e espalhados por toda a baixada. Terra e concreto ficam espalhados na subida de acesso ao Capuava dificultando o acesso a estrada.

Enfim, não parece haver de fato alguém interessado em resolver o problema. Na verdade, com esta obra, mais problemas surgiram e os que existam não foram solucionados.

Essa é a desordem que promovem em nome do progresso. Pelo menos é assim que vendem.







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sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Lixo: mesmo na calçada, ainda é sua responsabilidade

Há algum tempo tenho notado que sempre há sacos e mais sacos de lixo num grande cesto que fica fora da empresa BSI Tecnologia, na Estrada do Capuava.

A coleta, se não me engano, é feita somente 3 vezes por semana, mas todos os dias e praticamente em qualquer período que eu passe por lá verei lixo no cesto.

O pior é que sempre há também muito lixo espalhado pelo chão e todos sabem que isso é um chamariz e tanto para ratos, insetos, cachorros, etc. Já tentei contato e enviei fotos à empresa solicitando providências, pois isto ocorre em sua porta. Até agora não obtive qualquer retorno.

Continuarei tentando buscar pela consciência e cidadania dos dirigentes da BSI Tecnologia.

[]'s e até o próximo post.
Navarro

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quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Olá pessoal,

Voltarei a publicar minhas opiniões sobre o que observo durante meu trajeto ao trabalho, no meu bairro, cidade, e claro, a interação das pessoas com a cidade. Bem como, minhas sugestões para a região da Granja Vianna e por onde mais eu passar.
Desta vez o conteúdo será mais rico, pois incluirei fotos, mensagens rápidas do Twitter, posts direto da rua através do smartphone e tudo que estiver ao meu alcance para tornar este blog mais atrativo, dinâmico e crítico.
Espero mesmo que você goste e participe com suas dúvidas, críticas e sugestões. Não há censura, só respeito.

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"Não há ninguém mais forte que nós todos juntos"

quarta-feira, fevereiro 04, 2004

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Conheça a moradora que cobrou de Marta providências para área alagada


Simone cobrou de Marta providências para área alagada
18:07 04/02
Angélica Pinheiro, repórter iG em São Paulo angelicacristiani@ig.com

SÃO PAULO - Há cinco verões, a dentista Simone Vassalo Côrrea, 26 anos, vive o drama de muitos moradores de São Paulo que estão à beira dos vários córregos da cidade: medo da enchente. Ontem, ela ficou famosa por cobrar, ao vivo em uma transmissão feita pela TV, da prefeita Marta Suplicy o que ela considera um "desleixo" da Prefeitura com a população mais carente.


Simone, que na última segunda feira, viu a água subir quase um metro em seu consultório - localizado no bairro Jussara, próximo ao córrego Pirajussara (zona oeste) - disse que quando soube que a prefeita estava nas proximidades resolveu ir até o local para ouvir o que ela tinha a dizer sobre as obras na região. "Eu fui ouvir porque pensei que o povo fosse perguntar e ela fosse responder. Só que ninguém perguntava nada, só uma moradora fazia elogios. Então, comecei a fazer perguntas, só que ela se virava de costas", afirmou.

Hoje, em seu consultório que ainda tem marcas da lama provocada pela enchente, Simone declarou que ficou revoltada com a postura da prefeita. "Por que ela não veio no dia da enchente?", indagou. "Ela foi a uma rua onde havia eleitores do PT. Ela quer se reeleger, deveria ter ido em ruas onde a enchente foi pior", afirmou.

Angélica Pinheiro

Na parte ampliada, o valor do IPTU



A dentista não concordou com as afirmações feitas pela dona-de-casa Elizabete Medonça Rodrigues, que elogiou as ações da atual administração, afirmando que neste ano a água só subiu 60 cm, ao contrário de outros verões quando a enchente chegou a atingir 1,7m.

Simone afirma que teve um prejuízo de cerca de R$ 20 mil e que viu muitos moradores perderem toda sua mobília. "Tive a ajuda de cinco pessoas e em cinco dias não consegui limpar tudo. No dia da enchente, vi sofá, mesas e cadeiras espalhados pela rua e muita gente chorando", disse.

Durante a discussão, Simone disse que pagava R$ 5000 de IPTU e que a única ação de Marta era "plantar coqueiros nos Jardins". Nesta quarta-feira, a dentista fez questão de mostrar o imposto e disse que tem muitas dificuldades assim como os moradores do bairro. "Quando eu falei do coqueiro, ela ficou brava. Inclusive saiu no jornal ela com o dedo apontando para a minha cara. Acho um absurdo ninguém falar nada e ela não responder quando perguntada", disse.

Angélica Pinheiro

O córrego Pirajussara, que transbordou segunda



Apesar do perigo das enchentes, Simone diz que não pretende sair da região. Ela explica que mora no bairro há 20 anos e já formou sua clientela entre os moradores do bairro. "Se não tivesse clientes e sofresse com as enchentes, teria ido embora há muito tempo", declarou.

A dentista, que não quis declarar o seu voto, mas afirma que não é filiada a nenhum partido político, disse que tem esperanças de que as obras na região acabem com as enchentes. "Sei que a culpa não é só da Marta, quem vem de administrações anteriores. Mas espero que pare o 'empurra-empurra' e resolvam de vez o problema", afirmou.






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sexta-feira, janeiro 30, 2004





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quinta-feira, janeiro 22, 2004

Busco mostrar o que vejo de correto sendo feito pela cidade, e principalmente, o relacionamento dos habitantes entre si e com o meio em que vivem.
Notamos que é quase um hábito ou costume buscar um culpado para as imperfeições na realização de algo ou incompetência de nosso poder público, quando na verdade a maioria de nós não faz o que poderia para melhor a situação pessoal e coletiva.
Pense no que reclamamos de outras pessoas ou orgãos públicos e o que fazemos ou poderiamos ter feito para que não fosse desta maneira. Com certeza encontraremos pequenas ações que podem gerar grandes resultados, principalmente quando multiplicamos pelos indíviduos que estão no mesmo congestionamento, na mesma sala de reunião, no mesmo condomínio...

terça-feira, janeiro 20, 2004

Comecei com o blog na Globo.com mas seguindo a filosofia capitalista.... deixou de ser um serviço gratuito, então, como não havia nenhum diferencial resolvi seguir para o Blogger original.

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